quarta-feira, 6 de junho de 2012

Forrobodó na Banca e o Zé, Paga!

Os “grandes”, com letra pequena, gestores da nossa banca ganham rios de dinheiro muito embora as ações da banca nacional estejam cada vez mais desvalorizadas.

Perante isto que fazem os nossos banqueiros ?

- Procuram gastar  menos, nomeadamente cortando nas muitas benesses e chorudos vencimentos  que, sem pudor, atribuíram a si mesmo? Não!

- Procuram gerir melhor o dinheiro,  diminuindo custos e  práticas  improdutivas associadas à atividade bancária? Não!

- Abandonaram de vez as más práticas bancárias, evitando investir em atividades especulativas? Não

 - Procuram investir em atividades reprodutivas, apoiando as empresas portuguesas viáveis? Não!

Que fazem então estes senhores que sempre viram com maus olhos o intervencionismo do Estado, nomeadamente na banca?

Recorrem sem pudor ao erário publico pedindo que o estado injete na banca, sem garantias de retorno,  valores quatro ou cinco vezes superiores ao valor desses mesmos bancos em bolsa.

Ou seja, quando as coisas lhe corriam de feição atribuíram a si próprios benesses, como é exemplo o falido BCP, onde o ex. líder Jardim Gonçalves ganha quase 200.000 € por mês, jacto privado,  e muitas, muitas outras regalias, que o comum dos mortais nem se atreve a sonhar. Alegaram então, em seu proveito, que eram banca privada onde os "bons" resultados obtidos tudo justificava.

Agora, perante as dificuldades, fruto de más apostas em “negócios” ruinosos motivados por ganância e más práticas bancárias, não se demitem nem reconhecem os erros. Dizem que a culpa é da crise, não sua. Reclamam que o erário publico tem que apoiar a banca nacional, pois, de outro modo tudo seria bem pior para a economia nacional.

Em resumo os ditos senhores, não obstante a incompetência demonstrada, vão continuar, tal como antes,  a manter regalias obscenas à custa de todos nós.

Segundo pudemos apurar, em média,  só nesta “tranche”, e não acreditamos que o folhetim termine aqui , cada português irá contribuir com mais de 600 €.

terça-feira, 15 de maio de 2012

O Ferrador de Cachopo

Cada vez mais o Algarve Serrano, abandonado à sua sorte, vai perdendo população e muitas das actividades rurais deixaram de existir ou vão desaparecendo a ritmo acelerado.
Felizmente algumas teimam em persistir e são oportunidade única para os mais novos poderem ainda observar como era o Algarve do tempo dos nossos avós.

Assim quem visitar Cachopo no Concelho de Tavira pode ainda espreitar, em plena actividade, a velha oficina do “Ferrador” que existe no centro da povoação.

Medronho – Bebida Tradicional Algarvia



No Algarve serrano, felizmente, alguns “carolas” persistem e resistem, não deixando morrer esta indústria tradicional dedicada ao fabrico da aguardente de “Medronho”.

Quem visitar a Serra do Caldeirão, passando pelo Barranco do Velho junto à estrada antiga em direcção a Lisboa, ainda pode observar os alambiques de cobre, usados na produção desta bebida, tão típica da nossa região.



sábado, 12 de maio de 2012

FARO - Ruas em mau estado




Há já algum tempo que não me deslocava à baixa de Faro. Uma pequena passeata de 30 a 40 minutos, saindo de casa passando pela Rua de Santº António,  Jardim Manuel  Bivar, Largo de São Francisco deu para observar que as ruas da nossa cidade, que além do mais é a capital da região Algarvia,  continuam sem a devida manutenção. Não sei se tal se deve a falta de verbas, desleixo, ou simples desconhecimento da situação mas, tal como há algum tempo havia referido neste mesmo local, meia dúzia de calceteiros e um pouco mais de atenção aos problemas da cidade certamente resolveriam o problema.