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terça-feira, 26 de março de 2013

Promessas e Mentiras de quem nos Governa



Em condições normais esta declaração seria uma boa noticia e deixaria descansados os aforradores portugueses que, com as suas poupanças, vão permitindo o regular funcionamento de muitas das instituições bancarias cá do “Burgo”.
Infelizmente hoje em dia as palavras de um ministro, não garantem nada de concreto, não passam disso mesmo, "palavras", palavras sem  valor ou conteúdo e, como diz o povo, as palavras leva-as o vento.
Não acreditam? Então vejam alguns dos bons exemplos,"Parole parole", com que os "chefes de ministro" do governo anterior e do governo actual, nos brindaram na caça ao voto, antes de terem responsabilidade governativa:

José Sócrates
Promessas e Mentiras de José Sócrates para Recordar
·         Depois de ter prometido não aumentar os impostos, reduzindo o défice apenas através da diminuição das despesas públicas, o primeiro-ministro aumentou o IVA, o imposto sobre o tabaco, o imposto sobre produtos petrolíferos e criou um novo escalão de IRS de 42 por cento;
·         À promessa da criação de 150 mil postos de trabalho seguiu-se uma ultrapassagem histórica no desemprego;
·         Prometeu pôr o país a crescer três por cento ao ano, mas o rendimento médio de cada português está mais longe da média europeia do que estava em 2005;
·         Prometeu fazer uma reforma fiscal a favor da classe média para se demarcar da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite;
·         Afirmou – “Prometeu uma justiça mais célere, capaz de responder em tempo aos cidadãos e às empresas”;
·         Prometeu que Portugal continuava  a ser um país seguro e que para isso seriam reforçadas as forças de segurança;
·         Prometeu que não haveria redução de salários na função publica;
·         Prometeu não colocar portagens nas Ex- SUT antes de realizar obras na estradas nacionais alternativas;
·         Prometeu a retoma económica, mesmo sabendo que não dependeria só dele, nem tão pouco só do país;
·         Assegurou não estar disponível para governar com FMI

Passos coelho
Frases Célebres de Passos Coelho para Recordar
·         “Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
·         "Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
·         "Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
·         "Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
·         "Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
·         "Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
·         "Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
·         "Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
·         "Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
·         "Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
·         "O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
·         "Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
·         "Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
·         "Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
·         "A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
·         "A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
·         "Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
·         "O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
·         "Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
·         "Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Perante estes exemplos, que não passam de uma diminuta parte das muitas mentiras e promessas, que nos foram feitas como querem que acreditemos em quem nos governa e que tenhamos ânimo para aceitar mais impostos, mais cortes, mais desemprego, mais sacrifícios, mais……………?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mota Amaral alerta para "alastramento de verdadeira catástrofe"


Já não é só a chamada esquerda radical que contesta a dupla "Gaspar & Passos". Também Mota Amaral, deputado do PSD e conhecido militante da OPUS DEI, alinha pelo mesmo diapasão e alerta para o "alastramento de uma verdadeira catástrofe" em Portugal, face à "crescente indignação" dos cidadãos, que "não vêm nem finalidade, nem fim para os cortes de benefícios".
Até apetece dizer "até tu Brutus, ou melhor, Amaral".



Mota Amaral alerta para "alastramento de verdadeira catástrofe" no país face à "crescente indignação" - Ajuda Externa - Jornal de Negócios

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Buraco da Madeira - "coisinha de nada"

««Jardim: dívida de €5.000 milhões é "coisinha de nada" Palavras do cabeça de lista do PSD às eleições regionais na Madeira horas depois de ter reconhecido, em entrevista à RTP-Madeira, que a dívida da região deverá situar-se acima dos cinco mil milhões de euros.»»

Depois de apelidar os cidadãos do continente de “Cubanos” e o Presidente Cavaco Silva de “Sr. Silva” entre muitas outras tropelias, o inimputável ”Dr. Jardim”, qual erva daninha, no verdadeiro Jardim que é a Ilha da Madeira, continua, impunemente, a fazer o que lhe dá na real “gana”.

O tal buraco, parte integrante do chamado “desvio colossal”, começou em 500 mil €, "desceu, desceu, desceu", e em poucos dias, já vai acima dos €5.000 milhões, "coisinha de nada" segundo as próprias palavras do Dr. Jardim.

Será que neste pais, ninguém tem coragem, autoridade, capacidade, meios legais, ou seja lá o que for, para colocar esta divertida, mas muito dispendiosa, “personagem”na ordem ? Ou será que, ao contrário do que julgávamos, Portugal é mesmo uma “Republica das Bananas”?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Madeira do sr. Alberto

O sr. Alberto
A Madeira do sr. Alberto é, como já sabemos, uma república das bananas onde o referido senhor reina a seu belo prazer sem ninguém que o incomode, fazendo aplicar a legislação em vigor neste pais que , jugo eu, ainda se dá pelo nome de “Portugal”.

Passam os governos, quer do PS quer do PSD e nada acontece. Inclusive o Sr. Presidente da República Portuguesa, em visita oficial à região aceita sem pestanejar as regras impostas pelo sr Alberto, ou seja até o Sr. Silva aceita as regras do sr. Alberto.

Como se sente impune o sr. Alberto vai esticando a corda, cada vez mais, repetindo amiúde a cantilena já ressequida, em que ninguém a começar pelo próprio acredita, da ameaça de independência da região, uma vez que isso seria a morte da “galinha” que alimenta os seus vícios.

Vem isto a propósito de mais uma das muitas “diabrites” do sr. Alberto agora com a ameaça de não entregar ao governo da Nação as verbas da sobretaxa do IRS, argumentando com a inconstitucionalidade da proposta para ficar com esta verba.

Quando lhe interessa, como foi o caso da catástrofe ocorrida com as cheias na região, o referido senhor apela ao contributo e à solidariedade dos “cubanos” do “contenente”. Quando se lhe pede uma comparticipação nos sacrifícios exigidos a todos o portugueses, incluindo os que residem nas regiões do interior algarvio e alentejano, mais desfavorecidos que os residentes na Madeira, a resposta é a que se sabe.

O sr Alberto faz de nós parvos, ou melhor “bananas”, e o governo que acabamos de eleger parece que aceita, para gozo do sr Alberto, que impávido e sereno aplica a velha máxima do “O QUE É MEU É MEU, O QUE É VOSSO É NOSSO”.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

AMI e Big Brother, juntos pelo politica.

Só mesmo a politica podia juntar  democraticamente, no mesmo palco,  gente com interesses tão dispares como Frenando Nobre da AMI que concorre a deputado pelo PSD e Telmo o "tropa" do famoso concurso televisivo BIG BROTHER que concorre pelo PS.


O PS parce sentir especial atração por estas figuras populares. Depois de há anos atrás, no tempo de António Guterres, ter como protagonista o "Tino de Rans" chegou agora a vez de Telmo Ferreira, que ficou conhecido depois de concorrer ao «Big Brother» em 2000, ocupar o seu lugar no mediatico circo da politca nacional, concorrendo de acordo com o jonal i, no 14.º lugar da lista do PS de Leiria, encabeçada pelo independente Basílio Horta.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fernando Nobre, um homem às "Direitas"


Apoiantes, simpatizantes e amigos do mui nobre Fernando Nobre, não desanimem, não percam a esperança.
O seu desígnio, ser Presidente, continua actual. Como é voz corrente, um homem às “Direitas”, cumpre sempre o que promete. Para já, se tudo correr bem, vai para Presidente da Assembleia da República e, mais tarde, o lugar de Cavaco ainda está ao seu dispor.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sugestões para os PEC 05, 06 ou 07


As discussões /conversações entre PS e PSD para aprovação do PEC 4 fazem crer que o país, mais breve que o previsto, vai de novo para eleições. A ser assim o governo saído da futura coligação entre estes dois partidos terá que apresentar novo, ou novos PEC, uma vez que o actual, que prevê cortes nas reformas e congelamento de pensões, não serve.

Onde cortar? Dirá então o futuro ministro das finanças. No sentido de o ajudar, seja ele proposto pelo PS ou pelo PSD, aqui se deixam algumas “dicas” para cortes na despesa, a incluir nos próximos PEC 5, 6 ou mesmo 7.



ps – a lista, eventualmente, estará desactualizada mas, com as devidas adaptações, poderá constituir uma boa base para o trabalho do próximo ministro das finanças.