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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Campanhas de solidariedade “Versus” negócios obscuros


Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima de um determinado valor.
O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome de uma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente.
Periodicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.

Em Portugal, infelizmente, a realidade é outra. As campanhas de solidariedade são suportadas pelo doador mas não chegam na totalidade às instituições a que supostamente se destinavam. Uma boa parte vai logo para o estado sob a forma de impostos e outra, não menos importante, vai para as empresas que colaboram nas campanhas. Esta colaboração, ao contrário do que se poderia esperar, não é graciosa nem as referidas entidades (Empresas de comunicações, Cadeias de Hipermercados, Televisões e outras.) prescindem do lucro obtido com a venda dos produtos doados pelos seus clientes.

Para que todos percebam vejamos dois exemplos do que acabamos de relatar.

1 – Campanha de solidariedade para as vítimas do temporal que no passado assolou a Madeira que, segundo consta, atingiu cerca de 2 milhões e 880 mil euros

  • Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil €?
  • Para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000,00 €?
 Pelas televisões a promoção rezava assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA. São 0,738 € no total. O que por má-fé não se diz é que o donativo que chegou (?) ao beneficiário madeirense foi de apenas 0,50 €. Assim oferecemos 0,50 € a quem carece mas cobram-nos 0,738 €, mais 0,238 €.(32%).
Quem ficou com esta diferença?
  • PT com 0,10 € (17%) isto é a diferença dos 0,50 € para os 0,60 €.
  • Estado com 0,138 € (23%) referente ao IVA sobre 0,60 €
 Pergunta-se - Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são moralmente aceitáveis ?

A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado atingiu os 2.000.000,00  € mas esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 € divididos entre a PT (400.000,00 €) e o Estado (480.000,00 €)
A PT cobra comissão de quase 20% num acto de solidariedade e o Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade.

2 – Em  Dezembro de 2012 decorreu uma acção, louvável, do programa da luta contra a fome. A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas de alimentos. 

Se cada pessoa adquiriu no hipermercado um produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 € (cinquenta cêntimos), o total pago nas caixas dos hipermercados foi de 1.322.000,00 € (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros).

Quem lucrou? 
  • Estado: 304.000,00 € (supondo que o IVA é a 23%)
  • Hipermercado: 396.600,00 € (margem de lucro de cerca de 30%).
Antes desta notícia me chegar via E-mail nunca tinha reparado e, tal como eu, a maioria de nós também não repara mas, como vemos, quem mais beneficia com estas campanhas nem sempre são os que, de forma abnegada e desinteressada procuramos ajudar.

Não obstante esta chamada de atenção consideramos que estas campanhas são positivas sendo igualmente de louvar os milhares de voluntários que nelas participam.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Temporal na Madeira & Negociatas da PT



EM PORTUGAL ATÉ A SOLIDARIEDADE DOS PORTUGUESES SERVE PARA FAZER NEGOCIATAS...

Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de Euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado era de 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000 € ?
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada. Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 + IVA. São 0,72 no total. O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50.Assim oferecemos 0,50 a quem carece, mas cobram-nos 0,72,mais 0,22 ou seja 30 %.

Quem fica com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 (17 %) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado 0,12 (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.

Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou. A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros. Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000 para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000 para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).

A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!

ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA DE ALGUNS CANALHAS QUE ROUBAM O POVO SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS. QUANDO QUEREMOS AJUDAR OS OUTROS, SOMOS ROUBADOS!!!
ISTO É UM ASQUEROSO ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!

NÃO COLABORE NESTAS CAMPANHAS, CASO NÃO SEJA ESCLARECIDO CABALMENTE QUE OS"DONATIVOS" ESTÃO ISENTOS DE IMPOSTOS E DE TAXAS OU COMISSÕES, BEM COMO NÃO CONTRIBUEM (SEM RETORNO SOLIDÁRIO) PARA O AUMENTO DOS NEGÓCIOS DOS GANANCIOSOS GESTORES...

(Recebido por E-mail)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Num País Sem Lei nem Roque, salve-se o Carnaval

“Pais Sem Lei nem Roque”? É o que apetece perguntar perante situações, aparentemente não relacionadas, mas que mostram o estado de desorientação e fraqueza a que chegou a autoridade do Estado perante os diferentes organismos, todos eles dependentes e pagos com o dinheiro gerado pelos nossos impostos, mas que se outorgam de autonomia, que se sobrepõe à legislação / recomendações emanadas do governo legalmente empossado para a governação do país.

Apenas quatro exemplos, dos muitos referidos na comunicação social, que vão contribuindo para  o avolumar da situação descrita.

1- O Senhor governador do Banco de Portugal, ao contrário do governo, acha que não deve cortar os subsídios de Férias e Natal dos seus funcionários. Diz o Senhor governador que isso afectaria a sua autonomia e independência em relação ao governo, de quem depende e que, em ultima análise, lhe permite obter dividendos para o funcionamento do organismo que superiormente dirige;

2- O Governo de Portugal entende que todos os organismos públicos deverão implementar o novo acordo ortográfico. Vasco Graça Moura, recentemente empossado na direcção do Centro Cultural de Belém, não concorda com esta recomendação. Logo manda retirar o "Lince" de todos os computadores do CCB pois entende que este corrector ortográfico se torna desnecessário, uma vez que não vai aplicar o referido acordo. O organismo que superiormente dirige tem autonomia para o fazer e não depende directamente do governo que o nomeou;

3- Alberto João Jardim, Presidente do Governo na Madeira, região autónoma integrante da Nação Portuguesa, vai dar tolerância de ponto na terça-feira de Entrudo em todos os serviços, institutos e empresas públicas sob a tutela do executivo madeirense e ainda, nas mesmas entidades públicas, na parte da manhã da quarta-feira seguinte. Está no seu direito, tem autonomia e não depende directamente do governo português;

4- Vários presidentes de Câmara declararam igualmente que não concordam com a imposição do governo ao não permitir a tolerância de ponto no dia de Entrudo para os funcionários públicos. Logo não vão cumprir esta recomendação, permitindo assim a tolerância de ponto dos funcionários que deles dependem. Também eles têm esse direito, tem autonomia e não dependem directamente do governo português;

Felizmente estamos no Carnaval, e como é costume dizer-se “ nesta altura ninguém leva a mal” este estado de coisas, por mais aberrantes que possam parecer.
Assim sendo resta-nos sorrir e aproveitar a quadra para alegremente festejar e brincar ao Entrudo evitando, depressões e estados de alma que em nada iriam contribuir para a felicidade deste povo “à beira mar plantado”.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Bicho da Madeira

Após estudos demorados, onde contamos com a colaboração interessada e muito dispendiosa do sr. Alberto, grande estadista da Região Autonoma da Madeira, foi finalmente descoberto o modo como se desenvolvem e  alimentam os "Bichos da Madeira".
Para surpresa dos investigadores chegou-se à brilhante conclusão que os parasitas em questão desprezam o produto regional, "Madeira de 1ª qualidade", tendo optado em definitivo por alimentos à base de "Papel".

terça-feira, 11 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Rancho Folclórico "O Bailinho da Madeira"


Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Andreia Jardim - (filha) - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Filipa Cunha e Silva - (mulher) - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Patrícia - (filha 1) - Serviços de Segurança Social
Raquel - (filha 2) - Serviços de Turismo
Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Carlos Estudante - (marido) - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Sara Relvas - (filha) - Directora Regional da Formação Profissional
Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Sidónio Fernandes - (irmão) - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Jaime Filipe Ramos - (filho) - vice-presidente do pai
Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Bruno Pereira - (filho) - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Cláudia Pereira - (nora) - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Leonardo Catanho - (irmão) - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Patrícia Dantas de Caires - (filha) - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Raul Caires - (genro e marido da Patrícia) - presidente da Madeira Tecnopólo
Luís Dantas - (irmão) - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Cristina Dantas - (filha de Luís Dantas) - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, (marido de Cristina Dantas) - director da Loja do Cidadão

...e a lista continua.

Há tantos burros mandando
em homens de inteligência,
que às vezes fico pensando,
se a burrice não será uma ciência.

'' António Aleixo''

(Recebido por E mail)



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Buraco da Madeira - "coisinha de nada"

««Jardim: dívida de €5.000 milhões é "coisinha de nada" Palavras do cabeça de lista do PSD às eleições regionais na Madeira horas depois de ter reconhecido, em entrevista à RTP-Madeira, que a dívida da região deverá situar-se acima dos cinco mil milhões de euros.»»

Depois de apelidar os cidadãos do continente de “Cubanos” e o Presidente Cavaco Silva de “Sr. Silva” entre muitas outras tropelias, o inimputável ”Dr. Jardim”, qual erva daninha, no verdadeiro Jardim que é a Ilha da Madeira, continua, impunemente, a fazer o que lhe dá na real “gana”.

O tal buraco, parte integrante do chamado “desvio colossal”, começou em 500 mil €, "desceu, desceu, desceu", e em poucos dias, já vai acima dos €5.000 milhões, "coisinha de nada" segundo as próprias palavras do Dr. Jardim.

Será que neste pais, ninguém tem coragem, autoridade, capacidade, meios legais, ou seja lá o que for, para colocar esta divertida, mas muito dispendiosa, “personagem”na ordem ? Ou será que, ao contrário do que julgávamos, Portugal é mesmo uma “Republica das Bananas”?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Madeira do sr. Alberto

O sr. Alberto
A Madeira do sr. Alberto é, como já sabemos, uma república das bananas onde o referido senhor reina a seu belo prazer sem ninguém que o incomode, fazendo aplicar a legislação em vigor neste pais que , jugo eu, ainda se dá pelo nome de “Portugal”.

Passam os governos, quer do PS quer do PSD e nada acontece. Inclusive o Sr. Presidente da República Portuguesa, em visita oficial à região aceita sem pestanejar as regras impostas pelo sr Alberto, ou seja até o Sr. Silva aceita as regras do sr. Alberto.

Como se sente impune o sr. Alberto vai esticando a corda, cada vez mais, repetindo amiúde a cantilena já ressequida, em que ninguém a começar pelo próprio acredita, da ameaça de independência da região, uma vez que isso seria a morte da “galinha” que alimenta os seus vícios.

Vem isto a propósito de mais uma das muitas “diabrites” do sr. Alberto agora com a ameaça de não entregar ao governo da Nação as verbas da sobretaxa do IRS, argumentando com a inconstitucionalidade da proposta para ficar com esta verba.

Quando lhe interessa, como foi o caso da catástrofe ocorrida com as cheias na região, o referido senhor apela ao contributo e à solidariedade dos “cubanos” do “contenente”. Quando se lhe pede uma comparticipação nos sacrifícios exigidos a todos o portugueses, incluindo os que residem nas regiões do interior algarvio e alentejano, mais desfavorecidos que os residentes na Madeira, a resposta é a que se sabe.

O sr Alberto faz de nós parvos, ou melhor “bananas”, e o governo que acabamos de eleger parece que aceita, para gozo do sr Alberto, que impávido e sereno aplica a velha máxima do “O QUE É MEU É MEU, O QUE É VOSSO É NOSSO”.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Negociatas da PT e do Fisco à custa da generosidade com a Madeira ?

POIS É....
EM PORTUGAL ATÉ A SOLIDARIEDADE DOS PORTUGUESES SERVE PARA FAZER NEGOCIATAS...
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à “mão-armada” .
Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 + IVA. São 0,72 no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 .
Assim oferecemos 0,50 a quem carece, mas cobram-nos 0,72 , mais 0,22 ou seja 30 %.
Quem FICA com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 (17 %) isto é a diferença dos 50 para OS 60.
2º - o Estado 0,12 (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros.
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000 para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000 para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!

Nota: Artigo enviado por um amigo madeirense, com o pedido de divulgação. Será mesmo assim? Se é também acho vergonhoso.