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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Onde param os lideres da Europa?

Eurogrupo adia ajuda à Grécia - »» Os ministros das Finanças da zona euro, reunidos madrugada dentro, anunciaram às primeiras horas de segunda feira que só aprovarão a próxima transferência de fundos para a Grécia quando o parlamento de Atenas tiver votado o pacote de cortes orçamentais e privatizações exigido em Bruxelas ««


 A falta de visão dos dirigentes europeus está a cavar a sepultura do Euro e vai arrastar para a bancarrota, a curto médio prazo, os países mais aflitos e periféricos do sul da Europa.

Infelizmente para eles, os contágios destas situações são incontroláveis e não dependem, em muitos casos, de factores objectivos. Assim e não obstante os esforços que se possam fazer, mesmo que tudo corra como planeado, basta a percepção, o boato, de que algo vai mal para que esses esforços sejam inúteis e a situação se deteriore irremediavelmente.

Nestas condições o Euro não terá quaisquer hipóteses pelo que logo a seguir, os grandes beneficiários da moeda única, com alemães e franceses á cabeça, ao contrário do pensam, também não escaparão à crise sendo igualmente esmagados em consequência desta demanda especulativa para a qual, põe indecisão, falta de coragem política ou pura demagogia muito contribuíram.

Que Deus os perdoe, já que os povos desta Europa à deriva e sem rumo, dificilmente o farão.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Europa - "A União Faz a Força"

"A chanceler alemã reiterou hoje que não poupará esforços para apoiar o euro"

««Em entrevista ao semanário Stern que será publicada na integra amanhã, citada pela Reuters, a chanceler alemã rejeitou ainda a ideia de a zona euro se dividir em dois blocos: norte e sul. "Isso não vai acontecer comigo. Em nome da Alemanha, eu digo claramente não a isso", assegurou»
(Económico - Mafalda Aguilar 19/01/11 )

Será desta que a Sr.ª Merkel entende que a união é o único caminho para fazer da Europa uma comunidade forte, com musculo, capaz de fazer frente a outras potencias na condução dos destinos da economia mundial ?
O lema “mais vale só que mal acompanhado”, numa economia global, em que o contágio está ao virar da esquina, não colhe mais. A Opção certa é claramente outro, ou seja, “a união faz a força”.

Vamos esperar para ver se é desta que os dirigentes da Europa ganham juizo e acertam o passo na direcção certa.