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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Lisboa paga a traidores



Em 2014 o Governo conseguiu aquilo que durante anos foi a suaúnica obsessão: conseguir a "saída limpa" do programa de assistênciafinanceira.

Com a "saída limpa" distanciava-se da Grécia e juntava-se à Irlanda, reforçava a sua imagem de competência e conseguia o argumento de que tanto precisava para justificar aos portugueses o porquê de todos os sacrifícios impostos - alguns deles muito para lá do que a Troika exigia. Chegou mesmo a inventar um relógio que contava as horas, os minutos e os segundos que faltavam para que Portugal recuperasse a independência.
Para ter sucesso o Governo acreditava que era essencial que o caso BES não rebentasse antes da data do fim do resgate. Se o maior banco privado português, o único que até à data não tinha precisado da ajuda do Estado para atravessar a crise, colapsasse antes da Troika abandonar Lisboa, isso iria prejudicar a perceção de risco do país. Tornaria mais difícil a saída "limpa" e, se assim fosse, o desejado sucesso não podia ser reclamado. Para Passos Coelho e Maria Luís era fundamental adiar a queda do BES.
Foi neste caldo que, comandado por Ricardo Salgado, o BES esticou totalmente a corda ao violino, "obrigando" o Governo, o Presidente da República e o Banco de Portugal - a quem cabiam as tarefas de supervisão - a assobiar para o lado até que o FMI levantasse voo da Portela.
Quando muitos já sabiam que caía de podre o reino de Salgado, o Banco de Portugal (BdP) autorizava, com a conivência pública de Cavaco e do Governo, a emissão de mais mil milhões de euros de papel comercial com o qual muitos investidores particulares foram enganados, alguns perdendo todas as suas poupanças.
Milhares de portugueses foram tratados como "danos colaterais", porque Carlos Costa, governador do BdP, responsável por "garantir a segurança dos depósitos e dos depositantes e a proteção dos interesses dos clientes", traiu o seu compromisso público e prestou-se a um papel indigno e deplorável.
Mais tarde, a comissão parlamentar que investigou o caso e que foi aplaudida por todos - oposição, governo, ministra das finanças, comentadores e opinião pública - confirma isto mesmo em relatório.
Há partes que vale a pena transcrever - "O Banco de Portugal foi "excessivamente prudente" nas soluções para o BES (...) teve um esforço "insuficiente" para evitar intervenção pública no BES (...) uma atitude porventura mais assertiva da parte do Banco de Portugal, ainda que com outro tipo de riscos envolvidos, poderia ter conduzido a uma antecipação e eventual diminuição dos impactos decorrentes da situação vivida no GES e no BES, bem como do modo como esta se desenvolveu, particularmente ao longo do ano de 2014."
Foi o próprio Passos Coelho quem disse aos deputados, já no âmbito da comissão parlamentar: "Era ao BdP que competia a supervisão e a responsabilidade pela estabilidade do sistema financeiro, pelo que o Governo apenas se pronunciou tendo por base o que lhe foi comunicado por aquela autoridade de supervisão".
Carlos Costa deu informações erradas. Carlos Costa enganou o Governo e o Presidente. Carlos Costa traiu os seus compromissos. A culpa é dele: todos disseram em uníssono.
Mas agora o primeiro-ministro quer reconduzir o governador para mais cinco anos de mandato. Terá mudado de opinião? Não. É apenas o reconhecimento público por serviços prestados ao Governo.
"Mesmo que o processo acabasse na decisão de substituir o governador, Passos Coelho nunca o iria criticar na praça pública", disse sábado ao Expresso (fonte governo, "Não ficaria bem estar a enterrá-lo, quando é ele que está a conduzir a venda do Novo Banco". Além de que arrasar a imagem do governador seria reconhecer que toda a condução do caso BES foi um desastre. Passos quer provar o contrário: que Carlos Costa teve "um papel importantíssimo na gestão do processo".
Teve mesmo. Como fica demonstrado. Em questões de traição há sempre uns que mentem e outros que choram - neste caso, choram os investidores que Carlos Costa traiu pela forma como geriu o caso BES.

É assim: Lisboa a pagar a traidores.

A Traição nunca triunfa. Qual o motivo? Porque, se triunfasse, nunca mais ninguém ousaria chamar-lhe traição - Sir John Harlington (1561-1612 ) inEpigrams of Treason

(Jornal de Notícias - 25.05.2015 JOSÉ MANUEL DIOGO)


terça-feira, 26 de março de 2013

Promessas e Mentiras de quem nos Governa



Em condições normais esta declaração seria uma boa noticia e deixaria descansados os aforradores portugueses que, com as suas poupanças, vão permitindo o regular funcionamento de muitas das instituições bancarias cá do “Burgo”.
Infelizmente hoje em dia as palavras de um ministro, não garantem nada de concreto, não passam disso mesmo, "palavras", palavras sem  valor ou conteúdo e, como diz o povo, as palavras leva-as o vento.
Não acreditam? Então vejam alguns dos bons exemplos,"Parole parole", com que os "chefes de ministro" do governo anterior e do governo actual, nos brindaram na caça ao voto, antes de terem responsabilidade governativa:

José Sócrates
Promessas e Mentiras de José Sócrates para Recordar
·         Depois de ter prometido não aumentar os impostos, reduzindo o défice apenas através da diminuição das despesas públicas, o primeiro-ministro aumentou o IVA, o imposto sobre o tabaco, o imposto sobre produtos petrolíferos e criou um novo escalão de IRS de 42 por cento;
·         À promessa da criação de 150 mil postos de trabalho seguiu-se uma ultrapassagem histórica no desemprego;
·         Prometeu pôr o país a crescer três por cento ao ano, mas o rendimento médio de cada português está mais longe da média europeia do que estava em 2005;
·         Prometeu fazer uma reforma fiscal a favor da classe média para se demarcar da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite;
·         Afirmou – “Prometeu uma justiça mais célere, capaz de responder em tempo aos cidadãos e às empresas”;
·         Prometeu que Portugal continuava  a ser um país seguro e que para isso seriam reforçadas as forças de segurança;
·         Prometeu que não haveria redução de salários na função publica;
·         Prometeu não colocar portagens nas Ex- SUT antes de realizar obras na estradas nacionais alternativas;
·         Prometeu a retoma económica, mesmo sabendo que não dependeria só dele, nem tão pouco só do país;
·         Assegurou não estar disponível para governar com FMI

Passos coelho
Frases Célebres de Passos Coelho para Recordar
·         “Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
·         "Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
·         "Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
·         "Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
·         "Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
·         "Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
·         "Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
·         "Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
·         "Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
·         "Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
·         "O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
·         "Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
·         "Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
·         "Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
·         "A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
·         "A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
·         "Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
·         "O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
·         "Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
·         "Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Perante estes exemplos, que não passam de uma diminuta parte das muitas mentiras e promessas, que nos foram feitas como querem que acreditemos em quem nos governa e que tenhamos ânimo para aceitar mais impostos, mais cortes, mais desemprego, mais sacrifícios, mais……………?

segunda-feira, 11 de março de 2013

Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !


A Agência da Caixa Geral de Depósitos encerrou na Ilha da Madeira (acabou-se o Paraíso Fiscal) e abriu dependência nas Ilhas Caimão ... não é só o PINGO DOCE que foge ai fisco...
"Em média os trabalhadores portugueses ganham menos de 50% em relação aos dos restantes 27 países da EU. Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que Portugal está a viver. Para que conste, e para que os futuros "Faria's de Oliveira's" e outros possam ser respeitados, repasso o presente texto, esperando com o mesmo contribuir para a moralização da política em Portugal.
Foi retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os valores de 2010):

Presidente - remuneração base: 371.000,00 ?
Prémio de gestão: 155.184,00 ?
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47 ?
Renda de viatura: 26.555,23 ?
Combustível: 2.803,02 ?
Subsídio de refeições: 2.714,10 ?
Subsídio de deslocação diário: 104,00 ?
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)

Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.

Palavras para quê?

Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, e for obrigada a tomar posição.
É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).
Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas.
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram.

É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:
* mais 32% do que os americanos;
* mais 22,5% do que os franceses;
* mais 55 % do que os finlandeses;
* mais 56,5% do que os suecos"

E têm a lata de chamar a nossa atenção afirmando que "os portugueses devem trabalhar mais e gastam acima das suas possibilidades."
Com um abraço de cidadão preocupado com o futuro de Portugal, incluindo sobretudo os jovens, desempregados e os empregados pobres (vencimentos abaixo da média dos 500€ ?)."

Nota: Recebido por Email

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Verdade comprovada ou teoria da cosnpiração ? Responda quem souber.

O que os americanos são capazes de fazer para esconder a fraude da sua economia

Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.

Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).

As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.

Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.

O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.

Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.

A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução. Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's). As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank. Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público. Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade. A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar. Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA. O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama. Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!" À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana. A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana". Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova. Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.
(Retirado da Net )

terça-feira, 31 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quem mais vai ganhar com a entrada do FMI em Portugal?


O destino tem destas coisas e a estrelinha da sorte parece continuar a proteger o nosso 1º Ministro.

José Sócrates foi seguramente o dirigente que mais se opôs ao pedido de empréstimo ao do FMI, afirmando sempre que a sua entrada em Portugal seria contrária aos nossos interesses.

Agora que a sua vinda se confirmou, e o valor do empréstimo foi acertado, sondagens sobre o assunto mostram que é precisamente ele que mais pode ou vai beneficiar com a intervenção deste organismo na economia do país.

A "TROIKA" decidiu, está decidido


Terça – feira coube ao Primeiro-ministro José Sócrates anunciar ao País as “não medidas” que a “Troika” achou por bem não ser necessário, para já, aplicar a Portugal.
Hoje, essa mesma “Troika”, de viva voz, deu conta das medidas que vão ao bolso de cada um de nós e que, com mais ou menos resistência, os três partidos da área da governação acabaram por aceitar.

De entre elas o diário  “Económico” respigou as 34 medidas mais importantes que nos próximos anos vão, seguramente, mudar a nossa vida.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Câmara de Matosinhos compra dois estádios a prestações

Num momento como o que atravessamos, em que se pedem sacrifícios aos portugueses, de políticos responsáveis, eleitos para velar pelo bem comum, esperam-se atitudes que contribuam para minorar os problemas e não acções que agravem os problemas e acentuem o descrédito na classe dirigente.

Face à notícia “Câmara de Matosinhos compra dois estádios a prestações” apetece perguntar:
• Será que estes senhores também vivem no Portugal que desde há 15 dias tem como convidados VIP os homens do FMI e do BCE que aqui se deslocaram a convite do governo para avaliar as nossas contas e verificar se teremos condições para pagar o empréstimo urgente e inadiável dos muitos milhões de euros que o país necessita?
• Será que não se informam e aprendem com os erros passados em que se misturou politica e futebol?
• Será que não ouviram falar nos estádios construídos para o euro de 2004 em que alguns, como o do Algarve, que ano após ano vão debilitando as já depauperadas finanças autárquicas dos Municípios de Faro e Loulé?
• Será para isto que dia sim dia sim se “martela” na comunicação social para a necessidade de reduzir despesas publicas e privadas porque o País, endividado, já não suporta mais obras de fachada?
• Será que os partidos que elegeram estes senhores não têm mão neles e os impedem de fazer tais disparates?

Foi para isto que pediram o voto aos eleitores?
Será que não coram de vergonha perante tais desmandos?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

FMI - Depois de Grécia e Irlanda chegou a nossa vez


Portugal vai mesmo pedir ajuda ao FMI.
Sócrates, e bem,  ainda resiste e  vai negando. Passos Coelho por um lado e Vitalino Canas, em nome do PS, por outro, pelas declarações que  fazem já atiraram a toalha ao chão . Na verdade, ouvindo ambos é essa a conclusão. Se assim acontecer os danos para os portugueses são certos. Só  não sabemos é se isso vai diminuir os juros a pagar e contribuir para uma recuperação mais rápida da nossa economia.
Os exemplos que vêm da Grécia e Irlanda, onde o FMI já se instalou não auguram nada de bom, bem pelo contrário.