Os “grandes”, com letra pequena, gestores da nossa banca ganham
rios de dinheiro muito embora as ações da banca nacional estejam cada vez
mais desvalorizadas.
Perante isto que fazem os nossos banqueiros ?
- Procuram gastar
menos, nomeadamente cortando nas muitas benesses e chorudos vencimentos que, sem pudor, atribuíram a si mesmo? Não!
- Procuram gerir melhor o dinheiro, diminuindo custos e práticas improdutivas associadas à atividade bancária?
Não!
- Abandonaram de vez as más práticas bancárias, evitando
investir em atividades especulativas? Não
- Procuram investir
em atividades reprodutivas, apoiando as empresas portuguesas viáveis? Não!
Que fazem então estes senhores que sempre viram com maus olhos
o intervencionismo do Estado, nomeadamente na banca?
Recorrem sem pudor ao erário publico pedindo que o estado
injete na banca, sem garantias de retorno, valores quatro ou cinco vezes superiores ao
valor desses mesmos bancos em bolsa.
Ou seja, quando as coisas lhe corriam de feição atribuíram
a si próprios benesses, como é exemplo o falido BCP, onde o ex. líder Jardim Gonçalves
ganha quase 200.000 € por mês, jacto privado,
e muitas, muitas outras regalias, que o comum dos mortais nem se atreve
a sonhar. Alegaram então, em seu proveito, que eram banca privada onde os "bons"
resultados obtidos tudo justificava.
Agora, perante as dificuldades, fruto de más apostas em “negócios”
ruinosos motivados por ganância e más práticas bancárias, não se demitem nem
reconhecem os erros. Dizem que a culpa é da crise, não sua. Reclamam que o
erário publico tem que apoiar a banca nacional, pois, de outro modo tudo seria bem
pior para a economia nacional.
Em resumo os ditos senhores, não obstante a incompetência
demonstrada, vão continuar, tal como antes, a manter regalias obscenas à custa de todos
nós.
Segundo pudemos apurar, em média, só nesta “tranche”, e não acreditamos que o folhetim
termine aqui , cada português irá contribuir com mais de 600 €.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
O Ferrador de Cachopo
Cada vez mais o Algarve Serrano, abandonado à sua sorte, vai perdendo população e muitas das actividades rurais deixaram de existir ou vão desaparecendo a ritmo acelerado.
Felizmente algumas teimam em persistir e são oportunidade única para os mais novos poderem ainda observar como era o Algarve do tempo dos nossos avós.
Assim quem visitar Cachopo no Concelho de Tavira pode ainda espreitar, em plena actividade, a velha oficina do “Ferrador” que existe no centro da povoação.
Medronho – Bebida Tradicional Algarvia
No Algarve serrano, felizmente, alguns “carolas” persistem e resistem, não deixando morrer esta indústria tradicional dedicada ao fabrico da aguardente de “Medronho”.
Quem visitar a Serra do Caldeirão, passando pelo Barranco do Velho junto à estrada antiga em direcção a Lisboa, ainda pode observar os alambiques de cobre, usados na produção desta bebida, tão típica da nossa região.
sábado, 12 de maio de 2012
FARO - Ruas em mau estado
Há já
algum tempo que não me deslocava à baixa de Faro. Uma pequena passeata de 30 a
40 minutos, saindo de casa passando pela Rua de Santº António, Jardim Manuel Bivar, Largo de São Francisco deu para
observar que as ruas da nossa cidade, que além do mais é a capital da região
Algarvia, continuam sem a devida
manutenção. Não sei se tal se deve a falta de verbas, desleixo, ou simples desconhecimento
da situação mas, tal como há algum tempo havia referido neste mesmo local, meia
dúzia de calceteiros e um pouco mais de atenção aos problemas da cidade
certamente resolveriam o problema.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Bye, Bye, Senhor 1º Senhor Ministro
Oito já lá vão, qual o freguês que se segue?
Foram líderes dos governos dos seus países e foram afastados devido às impopulares medidas de austeridade: George Papandreou, primeiro-ministro grego, Sílvio Berlusconi, primeiro-ministro italiano, José Sócrates, foi líder do Partido Socialista e primeiro-ministro português, Brian Cowen, ex-primeiro-ministro irlandês, Nicolas Sarkozy, que perdeu para François Hollande a cadeira da presidência francesa, ex-primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, Jose Luís Zapatero, ex-primeiro-ministro espanhol e Timo Soini do partido Verdadeiros Finlandeses. Soini, que nunca integrou o Governo, foi responsável por uma forte contestação, o que terá contribuido para a queda do Executivo anterior ©/AP
(Jornal SOL 7/05/2012)
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