segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Benfica 2 - Sporting 0 (foi dia de tempestade e “tudo o vento levou”)
Dia de
Tempestade
Domingo com tempestade
Ficámos desiludidos, o jogo foi adiado
As placas cederam, foi dia de ansiedade
Muita gente protestou, ninguém ficou saciado
Sportinguistas em coro não param de, reclamar
O estádio não aguenta, lá se foi a Catedral
A ventania há-de passar, vamos mas é acalmar
Benfiquistas tenham calma e mantenham o astral
Contratam-se especialistas e é feita a
vistoria
Como era de esperar tudo bem na nada de mal
O jogo vem a seguir, mas nada de euforia
Aguardemos com calma, estamos perto do final
Chega o jogo e arrasamos, duas secas no
placard
O leão bem se esforçou, muito correu, muito
lutou
Benfica ripostou, jogou em modo “Standard”
A tempestade passou e “tudo o vento levou”
11/02/2014
(Armindo Rosa)
A lã de rocha
A lã
de rocha faltou
Jardim manteve
aposta
Jesus não
inventou
E a
malta assim gosta
Na
faixa Maxi cruzou
Centrais a ver a
bola
O
Nico na relva voou
E
marcou com a tola
Depois
fomos clementes
Com
muito desperdício
Só
ficamos contentes
Ao
bisar no Patrício
Enzo
foi muito mau
Fez o
Eric gatinhar
Ouviu-se o
miau
O Rui
viu-a passar
E o
jogo acabou
Sem a
lã de
rocha
O
Benfica ganhou
Sporting à
brocha
(recebido por Email - José Carlos Tomás)
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Benfica (2) superior a um Sporting (0) "órfão" de William Carvalho
O Benfica
venceu, esta terça-feira, o Sporting por 2-0, em jogo que encerrou a
18.ª jornada da I Liga de futebol, no qual foi manifestamente
superior perante um adversário que acusou demasiado as ausências de
William Carvalho e Jefferson.
A vantagem
de um golo, apontado por Gaitán (27 minutos), que o Benfica, com
mérito, adquiriu ao intervalo fez com que Jorge Jesus alterasse a
estratégia para a segunda parte, passando a equipa a segurar mais o
jogo, a privilegiar a posse e circulação de bola, a convidar o
Sporting a subir mais as linhas para o surpreender em rápidas
transições, com Enzo Perez a fazer o resultado final (76).
As duas grandes oportunidades de golo da segunda parte pertenceram ao Benfica, ambas perdidas nos pés de Rodrigo, aos 49 e 69 minutos, que não foi capaz de desfeitear Rui Patrício no frente a frente com o guarda-redes leonino.
Ao invés, o Sporting não conseguiu criar uma ocasião de golo em toda a partida, apenas alguns lances de perigo, o mais evidente dos quais quando Heldon, aos 63 minutos, furou entre Fejsa e Maxi Pereira e rematou por cima da barra de Oblak.
O Benfica começou a ganhar o jogo desde o primeiro minuto, quando protagonizou uma entrada forte, pôs intensidade e agressividade às ações ofensivas, colocando o Sporting, desde logo, em dificuldades, com duas situações de perigo iminente para a baliza de Rui Patrício nos dois primeiros minutos.
O Sporting teve a primeira subida à área encarnada apenas aos dez minutos, porque até aí se limitou a tentar travar muito a custo o ímpeto e a dinâmica de jogo do Benfica, que só a partir do quarto de hora começou a dar sinais de amainar.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=3681437
As duas grandes oportunidades de golo da segunda parte pertenceram ao Benfica, ambas perdidas nos pés de Rodrigo, aos 49 e 69 minutos, que não foi capaz de desfeitear Rui Patrício no frente a frente com o guarda-redes leonino.
Ao invés, o Sporting não conseguiu criar uma ocasião de golo em toda a partida, apenas alguns lances de perigo, o mais evidente dos quais quando Heldon, aos 63 minutos, furou entre Fejsa e Maxi Pereira e rematou por cima da barra de Oblak.
O Benfica começou a ganhar o jogo desde o primeiro minuto, quando protagonizou uma entrada forte, pôs intensidade e agressividade às ações ofensivas, colocando o Sporting, desde logo, em dificuldades, com duas situações de perigo iminente para a baliza de Rui Patrício nos dois primeiros minutos.
O Sporting teve a primeira subida à área encarnada apenas aos dez minutos, porque até aí se limitou a tentar travar muito a custo o ímpeto e a dinâmica de jogo do Benfica, que só a partir do quarto de hora começou a dar sinais de amainar.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=3681437
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
ACONTECEU ENTRE 1643 E 1715...
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AS PRAXES
Como diria o saudoso Vasco Santana “praxes há muitas seus
palermas”
Vem
isto a propósito do muito que se tem falado, a favor e contra a existência de
praxes nas universidades e politécnicos.
Os
que defendem a proibição alegam que será o único meio de acabar com práticas
fascistas e que aviltam contra a dignidade dos estudantes.
O
que a defendem alegam que estamos perante uma tradição que tem muitos anos de
existência. Referem ainda que muito do que se apresenta como sendo “Praxes” não
passam de atropelos à lei, devendo por isso ser considerados como “casos de polícia”,
que as forças da ordem e os tribunais deverão tratar e punir sempre que se
verifiquem abusos.
A
verdadeira praxe, segundo os seus defensores, não passa de brincadeiras
inofensivas com o intuito de melhor integrar no seio estudantil os jovens recém
chegados à Universidade.
Uns
e outros terão as suas razões e admito que todos os pontos de vista deverão ser
tratados e estudados no sentido de se encontrar uma solução equilibrada que possa
se aceite, se não por todos, ao menos por uma larga maioria dos intervenientes.
Dito
isto gostaria de chamar a atenção para o que tem acontecido, nos casos de
evidente abuso sobre alunos, que de modo mais ou menos voluntário, dão o seu
consentimento a ser praxados. Pelo que vamos vendo as humilhações e
eventualmente a morte de estudantes, como aconteceu no caso do Meco, acaba por
ter origem na denominada “Praxe” ainda que consentida e aceite.
Pergunto
será que Sociedade, a Universidade, o Estado devem aceitar este estado de
coisas em nome de uma tradição?
Outro
aspecto que me causa algum espanto é o facto de os cargos de topo serem
ocupados por pessoas, que se dizem estudantes, mas que para tirar um curso
levam anos e anos de matriculas na Universidade, gastando não só o dinheiro dos
pais mas também o dinheiro dos nossos impostos, sem que dai advenha qualquer
beneficio para a sociedade.
Na
verdade, se estas atitudes não são praxes no dizer dos defensores das mesmas, a
facto é que na sua génese estão sempre ou quase sempre os elementos destacados
na hierarquia e que deveriam supervisionar se as normas estabelecidas são
efectivamente cumpridas.
É
evidente que abusos sempre os houve e por decreto dificilmente poderão ser
completamente eliminados, mas em ultima análise, se as praxes não existissem,
muitos destes acontecimentos trágicos pura e simplesmente nunca teriam
ocorrido.
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