![]() |
| Bin Laden é encontrado no Mar ... Morto ...!!! |
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Afinal para que serve a POLÍCIA ?
Às 8, 30 horas do dia 26/05/2011, como acontece normalmente, desloquei-me à Escola Pinheiro e Rosa para deixar o meu filho para mais um dia de aulas.
Ao chegar vários policias, dois ou três junto ao local onde paramos para deixar os miúdos, mais outros tantos espalhados em volta do recinto junto à escola e carro policial posicionado de modo a perseguir eventuais malfeitores.
Com crimes e assaltos violentos a acontecer todos os dias pensei que algo de grave teria acontecido. Afinal, ao que me foi dado observar nada de especial estava a acontecer.
A força policial para ali destacada destinava-se a controlar os incautos pais que por um motivo ou outro não levavam os passageiros com o respectivo cinto ou os mais apressados que insistiam em, por breves instantes, parar junto à entrada e que, numa manobra menos correcta, pretendiam inverter a marcha sem recorrer a uma pequena rotunda situada algumas dezenas de metros mais à frente.
É também frequente ver, para além do que acima referi e que ocorre com frequência em várias outras escolas, as operações de controlo de velocidade e de álcool à entrada de Faro, com vários carros e muitos policias armados com metralhadoras, nas rotundas junto ao “Fórum Algarve” e num ou noutro evento em que é suposto alguém ingerir um copo a mais.
É evidente que estas acções, controlo do trânsito, são importantes e quem prevarica deve ser responsabilizado. O que não nos parece correcto é que este tipo de actuações seja a prioridade quase diária das nossas forças de segurança.
Nas ruas da nossa cidade a insegurança é visível. Os assaltos a residências são quase diários. Nestes casos, de que sou testemunha porque já fui vitima, a polícia limita-se a enviar três ou quatro agentes que tomam conta da ocorrência e volvidos alguns meses informam que o caso foi arquivado por falta de provas ou algo semelhante.
Também a “praga” que constituem os “arrumadores de carros”, mesmo nos locais com estacionamento pago, tem um controlo nulo sendo possível observar o à vontade destes rapazes mesmo á vista da polícia, nas raras ocasiões em que ela, por puro acaso, ali possa circular. Pelo contrário é lesta a aparecer sempre que o incauto condutor não retira o “talão” do parquímetro ou o deixa expirar, sendo igualmente rápido o surgimento do reboque policial, para levar ou bloquear a viatura infractora.
Outro exemplo ainda, os “grafittis “que com total impunidade dia após dia surgem por toda a cidade, conspurcando paredes, portas, jardins e monumentos sem que alguém, neste caso a policia, lhe ponha cobro.
Estes são apenas alguns exemplos de casos onde uma polícia de proximidade que à pé, de bicicleta, ou mesmo em viaturas motorizadas, percorrendo com regularidade as nossas ruas podia evitar que ocorressem com tanta frequência.
Infelizmente nada disso acontece. Quem como eu percorra num simples passeio a pé, ao fim da tarde ou início da noite, as ruas da cidade de Faro pode passar dias e dias sem encontrar qualquer agente e durante a noite, certamente que as probabilidades ainda serão menores.
Termino como comecei. Afinal para que serve a POLÍCIA?
Ao chegar vários policias, dois ou três junto ao local onde paramos para deixar os miúdos, mais outros tantos espalhados em volta do recinto junto à escola e carro policial posicionado de modo a perseguir eventuais malfeitores.
Com crimes e assaltos violentos a acontecer todos os dias pensei que algo de grave teria acontecido. Afinal, ao que me foi dado observar nada de especial estava a acontecer.
A força policial para ali destacada destinava-se a controlar os incautos pais que por um motivo ou outro não levavam os passageiros com o respectivo cinto ou os mais apressados que insistiam em, por breves instantes, parar junto à entrada e que, numa manobra menos correcta, pretendiam inverter a marcha sem recorrer a uma pequena rotunda situada algumas dezenas de metros mais à frente.
É também frequente ver, para além do que acima referi e que ocorre com frequência em várias outras escolas, as operações de controlo de velocidade e de álcool à entrada de Faro, com vários carros e muitos policias armados com metralhadoras, nas rotundas junto ao “Fórum Algarve” e num ou noutro evento em que é suposto alguém ingerir um copo a mais.
É evidente que estas acções, controlo do trânsito, são importantes e quem prevarica deve ser responsabilizado. O que não nos parece correcto é que este tipo de actuações seja a prioridade quase diária das nossas forças de segurança.
Nas ruas da nossa cidade a insegurança é visível. Os assaltos a residências são quase diários. Nestes casos, de que sou testemunha porque já fui vitima, a polícia limita-se a enviar três ou quatro agentes que tomam conta da ocorrência e volvidos alguns meses informam que o caso foi arquivado por falta de provas ou algo semelhante.
Também a “praga” que constituem os “arrumadores de carros”, mesmo nos locais com estacionamento pago, tem um controlo nulo sendo possível observar o à vontade destes rapazes mesmo á vista da polícia, nas raras ocasiões em que ela, por puro acaso, ali possa circular. Pelo contrário é lesta a aparecer sempre que o incauto condutor não retira o “talão” do parquímetro ou o deixa expirar, sendo igualmente rápido o surgimento do reboque policial, para levar ou bloquear a viatura infractora.
Outro exemplo ainda, os “grafittis “que com total impunidade dia após dia surgem por toda a cidade, conspurcando paredes, portas, jardins e monumentos sem que alguém, neste caso a policia, lhe ponha cobro.
Estes são apenas alguns exemplos de casos onde uma polícia de proximidade que à pé, de bicicleta, ou mesmo em viaturas motorizadas, percorrendo com regularidade as nossas ruas podia evitar que ocorressem com tanta frequência.
Infelizmente nada disso acontece. Quem como eu percorra num simples passeio a pé, ao fim da tarde ou início da noite, as ruas da cidade de Faro pode passar dias e dias sem encontrar qualquer agente e durante a noite, certamente que as probabilidades ainda serão menores.
Termino como comecei. Afinal para que serve a POLÍCIA?
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Daniel Cohn-Bendit comenta "Ajuda económica à Grécia"
Não dá nenhuma novidade mas vale a pena escutar até ao final.
A Srª MERKEL, uma amiga de Portugal
Acreditem, se quiserem!
A Sr.ª Merkel, como todos sabemos, é uma profunda admiradora dos países do sul e como tal quer tratar-nos da saúde a todo o custo.
Ela sabe que o ócio mata. O trabalho, pelo contrário, é fonte de energia, longevidade e permite o amealhar de mais uns euros para a compra de” Weißwürste“ alemãs. Vai dai propõe que trabalhemos "até mais não poder" e que sejam reduzidas as férias a todos os mandriões cá do sítio.
Infelizmente as suas boas intenções confrontam-se com um problema grave. Em Portugal o desemprego já vai nos 12,4 % e muitos portugueses querem mas não podem trabalhar.
Ao que se diz os alemães e outros amigos da UE compram menos produtos a Portugal (somos pouco competitivos) e muitos empresários optaram por deslocalizar as suas indústrias para países subdesenvolvidos, com mão-de-obra barata, poucos direitos sociais e muito trabalho infantil.
A Sr.ª Merkel perante esta informação, que desconhecia, pois ao que consta trabalha muito e não tem tempo para ler jornais, TV e outras “picuisses” próprias de quem não tem que fazer, para que o trabalho não falte e os seus conselhos possam ter êxito, propõe o seguinte:
- Transferência imediata para Portugal do fabrico de peças e outros componentes de valor acrescentado para os carros da Mercedes, BMW, e Volkswagen;
- Reactivação da Lisnave e Setenave com vista à construção e reparação de submarinos alemães;
- Reactivação das antigas instalações da Sorefame para construção e montagem dos comboios TGV que serão fornecidos pela Siemens;
- Reactivação das instalações da Fabrica Braço de Prata para dar resposta às encomendas alemãs de armamento, incluindo carros de combatem e outro material pesado para fazer face às guerras que se avizinham;
Se mesmo assim o trabalho faltar disponibiliza-se deste já para estudar outras opções, tais como:
- Compra de vinhos e azeite português, conservas, calçado, têxtil e outros produtos à nossa escolha;
- Contratualizar com Paulo Futre a vinda para o Algarve de 20 voos semanais com turistas alemães (de preferência reformados com mais de 60 anos);
Propõe ainda que os salários em Portugal sejam equiparados aos auferidos pelos esforçados trabalhadores alemães.
Por último e como prova da sua boa vontade para com os povos do Sul, em especial com os portugueses, até aceita que as férias sejam idênticas às auferidas pelos seus conterrâneos (entre 20 a 30 dias úteis segundo as últimas informações) caso parte delas seja gozada nas estancias turísticas da Baviera ou outros destinos em solo alemão à escolha dos interessados.
PS - Já em cima da hora a Sr.ª Merkel foi informada que grande % de portugueses não tem direito a férias (trabalhadores a recibo verde, pequenos empresários, agricultores, pescadores etc., etc.) pelo que telefonou de imediato a José Sócrates no sentido de resolver com urgência esta situação sob pena da Alemanha se opor ao empréstimo prometido pela “Troika” ao governo português.
Afinal quem é amigo, quem é? A Sr.ª Meckel, claro!
A Sr.ª Merkel, como todos sabemos, é uma profunda admiradora dos países do sul e como tal quer tratar-nos da saúde a todo o custo.
Ela sabe que o ócio mata. O trabalho, pelo contrário, é fonte de energia, longevidade e permite o amealhar de mais uns euros para a compra de” Weißwürste“ alemãs. Vai dai propõe que trabalhemos "até mais não poder" e que sejam reduzidas as férias a todos os mandriões cá do sítio.
Infelizmente as suas boas intenções confrontam-se com um problema grave. Em Portugal o desemprego já vai nos 12,4 % e muitos portugueses querem mas não podem trabalhar.
Ao que se diz os alemães e outros amigos da UE compram menos produtos a Portugal (somos pouco competitivos) e muitos empresários optaram por deslocalizar as suas indústrias para países subdesenvolvidos, com mão-de-obra barata, poucos direitos sociais e muito trabalho infantil.
A Sr.ª Merkel perante esta informação, que desconhecia, pois ao que consta trabalha muito e não tem tempo para ler jornais, TV e outras “picuisses” próprias de quem não tem que fazer, para que o trabalho não falte e os seus conselhos possam ter êxito, propõe o seguinte:
- Transferência imediata para Portugal do fabrico de peças e outros componentes de valor acrescentado para os carros da Mercedes, BMW, e Volkswagen;
- Reactivação da Lisnave e Setenave com vista à construção e reparação de submarinos alemães;
- Reactivação das antigas instalações da Sorefame para construção e montagem dos comboios TGV que serão fornecidos pela Siemens;
- Reactivação das instalações da Fabrica Braço de Prata para dar resposta às encomendas alemãs de armamento, incluindo carros de combatem e outro material pesado para fazer face às guerras que se avizinham;
Se mesmo assim o trabalho faltar disponibiliza-se deste já para estudar outras opções, tais como:
- Compra de vinhos e azeite português, conservas, calçado, têxtil e outros produtos à nossa escolha;
- Contratualizar com Paulo Futre a vinda para o Algarve de 20 voos semanais com turistas alemães (de preferência reformados com mais de 60 anos);
Propõe ainda que os salários em Portugal sejam equiparados aos auferidos pelos esforçados trabalhadores alemães.
Por último e como prova da sua boa vontade para com os povos do Sul, em especial com os portugueses, até aceita que as férias sejam idênticas às auferidas pelos seus conterrâneos (entre 20 a 30 dias úteis segundo as últimas informações) caso parte delas seja gozada nas estancias turísticas da Baviera ou outros destinos em solo alemão à escolha dos interessados.
PS - Já em cima da hora a Sr.ª Merkel foi informada que grande % de portugueses não tem direito a férias (trabalhadores a recibo verde, pequenos empresários, agricultores, pescadores etc., etc.) pelo que telefonou de imediato a José Sócrates no sentido de resolver com urgência esta situação sob pena da Alemanha se opor ao empréstimo prometido pela “Troika” ao governo português.
Afinal quem é amigo, quem é? A Sr.ª Meckel, claro!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Termos do resgate alemão de 1953
Leiam e comparem as diferenças em relação ao resgate a Portugal proposto pela "Troika", ás ordens da srª Merkel.
http://im-parcial.blogspot.com/2011/04/o-resgate-alemao.html
http://im-parcial.blogspot.com/2011/04/o-resgate-alemao.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)







