Tenhamos fé num mundo melhor. Exemplos como este, a ser verdade o facto aqui relatado, só prova que há excepções à regra e que alguns politicos cumprem com o seu dever, ou seja, servem o povo que os elegeu cumprindo com dignidade as funções em que foram investidos.
terça-feira, 31 de julho de 2012
"FRASE DO DIA" por Ricardo Araújo Pereira
Sou totalmente a favor do casamento gay, mas só entre políticos.
Tudo o que venha contribuir para que eles não se reproduzam é bom para todos!!!
Poesia Neo-Realista
A vida é filha da puta,
A puta, é filha da vida...
Nunca vi tanto filho da puta,
Na puta da minha vida!
(autor desconhecido)
A puta, é filha da vida...
Nunca vi tanto filho da puta,
Na puta da minha vida!
(autor desconhecido)
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A última viagem de taxi
Todos os dias recebemos por E-mail variadíssimas histórias, umas dando conta de factos verídicos outras pura ficção sem qualquer interesse.
Esta, “A última viagem de táxi”, achei adorável. É uma história contada com muita ternura, puxando mesmo ao sentimento, mas de grande beleza, que merece a pena ser lida.
»»» Houve um tempo em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Naturalmente, embarcavam passageiros anônimos os quais, às vezes, contavam-me episódios das suas vidas, suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, nenhuma como aquela da noite de 25 para 26 de julho do último ano em que trabalhei na praça!
Tinha recebido, já tarde na noite, uma chamada vinda de um pequeno prédio de tijolos, numa rua tranquila do subúrbio de Belo Horizonte, capital das Minas Gerais. Quando cheguei ouvia cães a ladrar ao longe. O prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela.
Nestas circunstâncias, outros teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam só um pouco e, então, iriam embora. Mas, eu sabia que muitas pessoas dependiam dos táxis como único meio de transporte a esta hora. A não ser, portanto, que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre esperava.
Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda, pensei. Assim, fui até a porta e bati. Um minutinho depois respondeu uma voz débil e idosa. Ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Vi-me então diante de uma senhora bem idosa, pequenina e de frágil aparência!
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40, e equilibrava-se numa bengala, enquanto segurava com dificuldade uma pequena mala... Dava para ver que a mobília estava toda coberta com lençóis. Não havia relógios, roupas ou adornos sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa aberta com fotografias e vidros.
A velha senhora, esboçando um tímido sorriso, de quem tinha já perdido todos os dentes, pediu-me: “ O senhor poderia ajudar-me com a mala?” Eu peguei a mala e ajudei-a caminhar lentamente até o carro. E enquanto se acomodava ela agradeceu-me. Não é nada, respondi, “apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha velha mãe”...
Oh!, você é um bom rapaz! Quando embarcamos, deu-me um endereço e pediu: o senhor poderia ir pelo centro da cidade? Este não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente. Eu não me importo. Não estou com pressa. Meu destino é o último! O lar dos idosos.
Surpreso, eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha brilhavam marejados. Eu não tenho mais família e o médico disse-me que tenho muito pouco tempo. Disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei: o caminho que a senhora deseja que eu tome?
Nas horas seguintes nós dirigimos por toda a cidade. Ela mostrou-me o edifício na Praça em que tinha, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. E também pela Igrejinha de São Francisco, na Pampulha, onde comemoraram as Bodas de Ouro!
Ela pediu-me que passasse em frente a uma loja de móveis na região da Praça da Liberdade, que tinha sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha! De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina. Era quando ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada... e olhava. Olhava e suspirava...
E assim rodamos a noite inteira... Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente: Estou cansada... E pronta! Vamos agora! Seguimos, então, em silêncio, para o endereço que ela tinha-me dado. Chegamos a um prédio rodeado de árvores, uma pequena casa de repouso.
Dois empregados caminharam até táxi, assim que paramos. Eram amáveis e atentos e logo se aproximaram da velha senhora, a quem pareciam esperar. Eu abri o porta-bagagens do carro e levei a pequena mala até a porta. A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me então pelo custo da corrida.
Quanto lhe devo? Perguntou-me pegando a bolsa. Nada! Disse-lhe. “Você tem que ganhar a vida, meu jovem” retorquiu. Há outros passageiros, respondi. Quase sem pensar, curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente e devolveu-me com um beijo afetuoso e repleto da mais pura e genuína gratidão! E disse: Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria, como não tinha há tanto tempo. Só Deus sabe o quanto você fez por mim! Obrigada, MEU AMIGO! Mil vezes obrigada! Apertei a sua mão uma última vez e caminhei no lusco-fusco da alvorada sem olhar para trás.
Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não apanhei mais passageiros. Guiei sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Dois dias depois, tomei coragem e voltei ao lar para ver como estava a minha mais nova amiga. Disseram-me então, que na noite anterior adormecera para sempre, em paz e feliz.
E fiquei a pensar, e se a velhinha tivesse apanhado um motorista mal-educado… ou, então, algum que estivesse ansioso para terminar o seu turno...? Óh, Meu Deus! E se eu tivesse recusado a corrida? Ou se tivesse buzinado uma vez e ido embora? Ao pensar nisto compreendi que essa viagem era uma das coisas mais importantes que eu tinha feito na minha vida!
Em geral condicionamo-nos ao pensar que as nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os “verdadeiros grandes momentos” frequentemente apanham-nos desprevenidos e ficam guardados em recantos que quase toda a gente considera sem importância ««.
(Recebido por Email)
Esta, “A última viagem de táxi”, achei adorável. É uma história contada com muita ternura, puxando mesmo ao sentimento, mas de grande beleza, que merece a pena ser lida.
»»» Houve um tempo em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Naturalmente, embarcavam passageiros anônimos os quais, às vezes, contavam-me episódios das suas vidas, suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, nenhuma como aquela da noite de 25 para 26 de julho do último ano em que trabalhei na praça!
Tinha recebido, já tarde na noite, uma chamada vinda de um pequeno prédio de tijolos, numa rua tranquila do subúrbio de Belo Horizonte, capital das Minas Gerais. Quando cheguei ouvia cães a ladrar ao longe. O prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela.
Nestas circunstâncias, outros teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam só um pouco e, então, iriam embora. Mas, eu sabia que muitas pessoas dependiam dos táxis como único meio de transporte a esta hora. A não ser, portanto, que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre esperava.
Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda, pensei. Assim, fui até a porta e bati. Um minutinho depois respondeu uma voz débil e idosa. Ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Vi-me então diante de uma senhora bem idosa, pequenina e de frágil aparência!
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40, e equilibrava-se numa bengala, enquanto segurava com dificuldade uma pequena mala... Dava para ver que a mobília estava toda coberta com lençóis. Não havia relógios, roupas ou adornos sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa aberta com fotografias e vidros.
A velha senhora, esboçando um tímido sorriso, de quem tinha já perdido todos os dentes, pediu-me: “ O senhor poderia ajudar-me com a mala?” Eu peguei a mala e ajudei-a caminhar lentamente até o carro. E enquanto se acomodava ela agradeceu-me. Não é nada, respondi, “apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha velha mãe”...
Oh!, você é um bom rapaz! Quando embarcamos, deu-me um endereço e pediu: o senhor poderia ir pelo centro da cidade? Este não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente. Eu não me importo. Não estou com pressa. Meu destino é o último! O lar dos idosos.
Surpreso, eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha brilhavam marejados. Eu não tenho mais família e o médico disse-me que tenho muito pouco tempo. Disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei: o caminho que a senhora deseja que eu tome?
Nas horas seguintes nós dirigimos por toda a cidade. Ela mostrou-me o edifício na Praça em que tinha, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. E também pela Igrejinha de São Francisco, na Pampulha, onde comemoraram as Bodas de Ouro!
Ela pediu-me que passasse em frente a uma loja de móveis na região da Praça da Liberdade, que tinha sido um grande salão de dança que ela frequentara quando mocinha! De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina. Era quando ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada... e olhava. Olhava e suspirava...
E assim rodamos a noite inteira... Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente: Estou cansada... E pronta! Vamos agora! Seguimos, então, em silêncio, para o endereço que ela tinha-me dado. Chegamos a um prédio rodeado de árvores, uma pequena casa de repouso.
Dois empregados caminharam até táxi, assim que paramos. Eram amáveis e atentos e logo se aproximaram da velha senhora, a quem pareciam esperar. Eu abri o porta-bagagens do carro e levei a pequena mala até a porta. A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me então pelo custo da corrida.
Quanto lhe devo? Perguntou-me pegando a bolsa. Nada! Disse-lhe. “Você tem que ganhar a vida, meu jovem” retorquiu. Há outros passageiros, respondi. Quase sem pensar, curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente e devolveu-me com um beijo afetuoso e repleto da mais pura e genuína gratidão! E disse: Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria, como não tinha há tanto tempo. Só Deus sabe o quanto você fez por mim! Obrigada, MEU AMIGO! Mil vezes obrigada! Apertei a sua mão uma última vez e caminhei no lusco-fusco da alvorada sem olhar para trás.
Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida. Naquele dia não apanhei mais passageiros. Guiei sem rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Dois dias depois, tomei coragem e voltei ao lar para ver como estava a minha mais nova amiga. Disseram-me então, que na noite anterior adormecera para sempre, em paz e feliz.
E fiquei a pensar, e se a velhinha tivesse apanhado um motorista mal-educado… ou, então, algum que estivesse ansioso para terminar o seu turno...? Óh, Meu Deus! E se eu tivesse recusado a corrida? Ou se tivesse buzinado uma vez e ido embora? Ao pensar nisto compreendi que essa viagem era uma das coisas mais importantes que eu tinha feito na minha vida!
Em geral condicionamo-nos ao pensar que as nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os “verdadeiros grandes momentos” frequentemente apanham-nos desprevenidos e ficam guardados em recantos que quase toda a gente considera sem importância ««.
(Recebido por Email)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Aventuras do Bica Teatro em V.R.Stº António
Exmos Senhores
O Bica Teatro no dia 31/03/2011 apresentou, na Biblioteca de Vila Real de Santo António 2 espectáculos de teatro. O valor acordado foi de 1.560 € (ver requisição nº 626 de 22 -02-2011) O Bica Teatro, estrutura profissional, que vive das suas actividades culturais e formativas, só aceitou efectuar os dois espectáculos com o compromisso do posterior pagamento. Nunca nos foi solicitado que o fizéssemos de graça, pro bono para a Câmara que v/ excelências dirigem e que, acreditamos, tem responsabilidades. Acreditamos que apesar das dificuldades que todos atravessamos, é possível continuar a fazer teatro, no nosso país, se todas as partes assumirem esse compromisso de adaptação, sem se perder a individualidade criativa e a capacidade humana da troca. Foi –nos pedido um adiamento no pagamento, que nós, em prol das boas relações com a v/ câmara e apesar de não sermos obrigados a fazê-lo, anuímos. Mas passou-se mais de um ano, já enviamos cartas registadas, telefonemas, emails, etc. Se política cultural é deixar de pagar às companhias de teatro eu também poderia ser político mas seria igual a vós: incompetente! A economia existe, persiste, com base na permuta, e na confiança recíproca. No entanto, fomos informados, recentemente, que no caso desta "permuta" específica, o Bica Teatro, não iria ter o seu retorno. Após mais de 12 meses da apresentação dos espectáculos (e de sucessivos adiamentos, subterfúgios, falsas datas de pagamento), a Câmara que vossas excelências dirigem e orientam, com o voto soberano e democrático do povo que vos elegeu, continua a dever à companhia da qual eu sou director a importância de 1, 560 €. Concluímos que tal procedimento é de uma grande injustiça e penso que os Exmos. Vereadores e políticos da Câmara Municipal do Vila Real de St Antônio, os que não forem incompetentes, pensarão o mesmo. Mas não acreditamos, insistimos, que seja esta uma decisão de todos os políticos agregados à v/ câmara, achamos que esta decisão foi só dos políticos e técnicos financeiros incompetentes, porque nem sequer tem um carácter lógico e por isso escrevemos este e-mail - para alertar-vos, a vós Exmos senhores políticos competentes, à comunicação social e por conseguinte aos munícipes, para que tomem conhecimento do que os políticos (os tais incompetentes) andam a fazer!. O Bica Teatro é uma Associação Cultural sem Fins Lucrativos com dez anos de existência profissional que tem colaborado com Câmaras, Bibliotecas, Colégios mantendo sempre a fidelidade nos seus princípios de responsabilidade sociocultural, e vivemos do nosso trabalho! Apelo para que atentamente tomem em consideração este assunto, e que possam investigar/divulgar e fazer noticia, para que os munícipes de Vila Real de St António tenham conhecimento de que maneira os seus "governantes honram os seus compromissos". Agradecemos a v/ atenção e disponibilidade neste assunto. Naturalmente, queremos / e devemos( !) tornar este assunto público e agradecemos, igualmente, aos agentes culturais e comunicação social. que o façam.
Ps: Um vosso técnico financeiro, certamente já a fazer “currículo para político incompetente”, ameaçou que não “fizéssemos ondas”, pois certamente, ameaçou: - “ assim a Câmara já não voltaria a requisitar os nossos serviços”! Pois exmos senhores: não esperaríamos outra coisa de um “bando de políticos incompetentes”. Pois cá estamos: a lutar pelos nossos direitos, pelo pagamento aos nossos actores e técnicos e a esperar que no amanhã este Portugal possa ter políticos que possam primar por um verdadeiro serviço público e respeitem os seus compromissos, em prol da educação e da cultura!.
Respeitosamente (para os políticos competentes) e enojado (com os outros)
Paulo Patraquim
Director do Bica Teatro
--
|BicaTeatro|
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
Deputados, a "Trabalhar" no Parlamento Europeu
Estes senhores, segundo consta, ganham cerca de 12.000 € ao mês pelo seu trabalho no Parlamento Europeu, não tiveram cortes no vencimento e, não menos importante, são pagos com o nosso dinheiro.
Possivelmente, alguns, são os mesmos que acusam os povos do sul de trabalhar pouco e gastar muito.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Parabéns Pedro Proença
Pedro Proença apitou a final da liga dos campeões
europeus onde fez excelente trabalho.
Agora no EURO2012 voltou a repetir as boas exibições
sendo por isso nomeado para apitar a final entre a Espanha e a Itália, jogo que
lhe correu de feição sendo elogiado pela generalidade dos comentadores e
entendidos na matéria em apreço.
Face ao sucedido,
como português, e dado que deixou um imagem muito positiva da arbitragem
nacional é justo que lhe rendamos a merecida homenagem pois não são todos os
dias que um português atinge o expoente máximo na sua actividade.
Posto isto, como benfiquista, e dado que este mesmo
árbitro foi o que se viu no último jogo que o Benfica disputou com o F.C. do Porto,
não posso deixar de notar as profundas diferenças entre a actuação de Pedro
Proença dentro de Portugal e nas competições fora de portas.
Face a ao excelente trabalho, que já realçamos e elogiamos,
não é pois por falta de conhecimentos que tanto ele como a maioria dos árbitros
portugueses apitam mal em jogos nacionais.
Qual será então o factor que inibe os árbitros
portugueses, com Pedro Proença à cabeça, de fazer trabalhos de igual gabarito
em solo nacional?
Será “síndroma” Pinto da Costa? Será isso e algo mais?
Será por em Portugal o apito ser “dourado”?
Não sei a resposta mas desconfio que aqui, aqui à “gato”
e, como dizem “nuestros hermanos”, não acredito em bruxas mas que as há lá isso
há.
Não obstante este desabafo, PARABÉNS Pedro Proença.
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