segunda-feira, 25 de julho de 2011

Praia da Manta Rota


Manta Rota, sem obras inúteis 
Sem que ninguém o pedisse o Ministério do Ambiente resolveu há alguns anos atrás efectuar obras de requalificação na zona envolvente da praia da Manta Rota, incluindo a construção de dois parques de estacionamento.

Gastaram-se rios de dinheiro, a “coisa ficou arranjadinha” mas, ao contrario do desejável, em vez de servir prejudicou, e muito, os residentes da freguesia e demais veraneantes que ali se deslocam no sentido de obter um pouco de paz, de sol e mar, uma vez que o estacionamento ficou reduzido a menos de 1/3 do anteriormente disponibilizado.

Para agravar a situação o autarca local, numa obra feita a expensas do Ministério do Ambiente, com o dinheiro dos nossos impostos, resolve cobrar a bom preço em mais de 50 % dos lugares disponíveis e fazer alguns tostões que lhe permitam fazer face ao desvario despesista em que entrou desde que tomou posse da autarquia.

No restante estacionamento, muito embora as placas o proíbam, grande parte dos lugares são abusivamente ocupados por auto-caravanas sem que a GNR se digne actuar, fazendo cumprir a lei. De referir que esta força policial, quase invisível no policiamento de proximidade, é lesta a multar e bloquear os incautos automobilistas que por um motivo ou outro se aventuram a estacionar à entrada da praia, em locais proibidos.

Registe-se igualmente que a degradação da zona envolvente é preocupante uma vez os equipamentos instalados (baloiços, e outros apoios à infância) estão inoperacionais e a manutenção das infra-estruturas não se efectua, nomeadamente no pavimento com muitas lajes soltas, nos passadiços e corrimões onde são por demais visíveis as tábuas soltas ou partidas, com parafusos e pregos salientes, constituindo perigo eminente para o incauto veraneante.

Em resumo é só sacar e destruir o pouco de bom que ainda existia nesta zona calma, aprazível e propicia ao descanso que existia neste recanto do Algarve, ao mesmo tempo que se autorizam, não se sabe em proveito de quem, eventos como a denominada “Manta Beach” que pouco ou nada servem a população local, bem pelo contrario.

Aos naturais da freguesia, para evitar maiores transtornos, resta procurar praias do vizinho Concelho de Castro Marim onde, por agora, o estacionamento ainda existe e não é pago.

sábado, 16 de julho de 2011

Obama diz que EUA "não estão na situação nem da Grécia nem de Portugal"

Washington, 15 jul (Lusa) -- O Presidente dos Estados Unidos advertiu hoje que o "tempo urge" para aumentar o limite da dívida e evitar o "fim do mundo" do incumprimento, mas ressalvou que os Estados Unidos "não estão nem na situação da Grécia nem de Portugal".

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Verdade comprovada ou teoria da cosnpiração ? Responda quem souber.

O que os americanos são capazes de fazer para esconder a fraude da sua economia

Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.

Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).

As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.

Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.

O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.

Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.

A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução. Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's). As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank. Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público. Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade. A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar. Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo. Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA. O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama. Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!" À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana. A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana". Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg. A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova. Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.
(Retirado da Net )

Agricultura sem gravata

(Expresso Quinta feira, 14 de julho de 2011)

Camisa "Sem gravata" para os homens, "Mini saia" para as senhoras

A medida agora anunciada, em nossa opinião, é claramente discriminatório em relação ao sector feminino que exerce funções neste Ministério, situação tanto mais grave quando a pasta é ocupada por uma “Ministra”.

Nesse sentido, em solidariedade com as funcionárias deste Ministério, procurando evitar o “sufoco” no local de trabalho sempre que o ar fique menos “Cool” sugerimos, caso as interessadas não se oponham, que nos meses de Julho a Setembro a indumentária tradicional seja substituída por “Mini saia acima do joelho” abaixo da cintura e camisola de alças na parte de cima.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Os Alemães, a E.Coli e o Cheiro a “SAUERKRAUT (chucrute)”

 Primeiro foram os pepinos espanhóis, depois, a muito custo, lá admitiram que poderiam ser rebentos de soja produzidos numa quinta Alemã. Agora, pondo o rabo de fora, os nossos amigos alemães descobrem que afinal o problema está em sementes vindas do “EGIPTO”.

Tudo isto cheira a “SAUERKRAUT (chucrute)” e cheira mal, muito mal mesmo.
Infelizmente para nós europeus o modo como o assunto vem sendo tratado não tranquiliza ninguém, nem nos permite confiar nos dirigentes alemães que, neste como noutros problemas por incompetência, ou algo  pior e que nos escapa, são incapazes de solucionar causando convulsões e prejuízos que nos afectam a todos.